Assim como a Holanda, o Japão também figura nos nossos dois Top 10, tanto de maiores importadores, como de exportadores.

No ranking dos países que mais importam do Brasil, o Japão ocupa a nona colocação, mas aqui, vemos ele pertinho do pódio, como um dos maiores exportadores do mundo em 2019.

Confira o artigo que publicamos antes, lá falamos muito sobre a história econômica do Japão, as relações com o Brasil e ainda colocamos algumas expectativas, porém, há época, a pandemia ainda não estava consolidada, então o cenário mudou completamente.

Apesar disso, hoje vamos trazer um pouco do que o Japão fez no comércio exterior em 2019, que o colocou próximo ao pódio, ao lado dos gigantes do mercado internacional.

Japão, o quarto maior país em volume de exportação

Como abordamos no nosso artigo anterior sobre o Japão, o país foi do declínio à ascensão econômica de forma meteórica em meados do século XX, porém ainda hoje sofre com uma alta dívida externa. Isso faz com que apesar de se destacar no comércio exterior, ainda tem um longo caminho para se consolidar como um player que lidera o mercado internacional.

O país não está próximo dos líderes apenas no nosso ranking, pois os maiores importadores de produtos japoneses são a China e os EUA, seguidos por Austrália, Arábia Saudita, Emirados Árabes, Coréia do Sul e Indonésia.

Sendo o terceiro maior produtor de automóveis do planeta, esse com certeza é o maior produto de exportação do Japão, seguido de semicondutores, materiais elétricos e produtos químicos.

A indústria automotiva e a tecnologia de ponta, são os dois pilares principais do comércio exterior japonês, e esses tem se mostrado bons ativos, principalmente com os avanços tecnológicos que mantém o país na vanguarda deste setor.

Covid-19 e o comex do Japão

Por ter como maiores compradores, justamente China e EUA, o Japão foi um dos grandes impactos pela guerra comercial entre essas potências e já esperava-se uma queda nas exportações em 2020, enquanto perdurasse o impasse.

Porém, chegou a pandemia de Covid-19 pegando todos de surpresa, e isso fez com que as projeções fossem ainda mais negativas, e principalmente, a atenção dos governantes foi toda voltada a resolução desse problema global.

Quanto ao enfretamento ao coronavírus, o país agiu rápido, decretou quarentena em algumas cidades e iniciou os testes. Por lá, foi possível afrouxar o isolamento social mais rápido que a maioria dos países, o que permitiu que a economia sentisse um baque menor.

Contudo, as autoridades do país ainda esperam que possa haver uma segunda onda de casos com um novo pico, por isso ainda estão estudando medidas a serem adotadas para contenção, e trabalhando fortemente no desenvolvimento de uma vacina.

O cenário mundial, apesar de um pouco mais claro, ainda é incerto. Devemos manter o otimismo e buscar adequar nosso planejamento para ser o mais assertivo e buscar as melhores oportunidades de negócio.

O Japão, por ser um grande exportador, consegue uma produção de qualidade a preços competitivos, e isso abre um horizonte de oportunidades de negócios, que se feitas com inteligência e uma boa assessoria, podem ser muito vantajosas, mesmo em períodos de crise.

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